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Como definir um plano de marketing para o seu site nas redes sociais


Depois de ter explicado como deveríamos fazer um plano de marketing para um negócio de freela ou para uma empresa, hoje vou partilhar algumas dicas do que deve fazer para realizar um plano de marketing para o seu site. Isto porque é importante que você defina desde o princípio metas para saber o que pretende fazer para que a sua página atinja bons resultados e consiga desenvolver-se de forma positiva. Principalmente nos dias que correm, é necessário ser proativo no seu negócio e trabalhar nas mídias sociais de forma correta. Interagir com o Facebook ou com o Twitter exige um trabalho diário e uma consistência que antigamente não existiam no mundo dos negócios.


Mas mais do que ser constante é necessário saber trabalhar de forma correta, sendo bastante eficaz naquilo que está divulgando. No fundo, é apostar na Lei de Paretoe verificar quais são os métodos que melhor funcionam, gerando mais visitas com um menor fluxo de trabalho. Mas como fazê-lo? Este é uma questão que atormenta muitas pessoas que pretendem trabalhar a tempo inteiro na internet. De fato, é muito simples você partilhar algo nas redes sociais, mas a verdade é que existem princípios que você deve seguir, caso contrário estará trabalhando em vão.

PORQUÊ EU NECESSITO DE UM PLANO DE MARKETING?


Tal como tudo que você pretenda levar a sério no seu trabalho, é necessário definir metas e perceber que sem saber onde quer chegar, estará deixando o futuro do seu empreendimento ao acaso. Para realizar um plano de marketing eficaz para o seu site, precisa desde o início definir estratégias e tentar perceber o que resulta com o seu nicho de mercado. Desta forma, estará pensando e agindo de forma coerente, evitando passos em vão. No fundo, terá que definir inicialmente estes três pontos:


Objetivos: Saiba onde pretende chegar. Defina quantos fãs pretende ganhar no Facebook num determinado período de tempo, quantos seguidores pretende aumentar no Twitter ou quantas visitas isso deve gerar para a sua página.


Estratégias: Além de saber onde você pretende chegar, é importante que perceba a forma como vai fazê-lo. Pretende apostar em imagens, videos ou guest-posts? Qual será a melhor forma de agradar ao seu nicho específico? No fundo, é a forma como você vai trabalhar para fazer com que as pessoas que o acompanhem, gostem daquilo que está fazendo e “chamem” outra pessoas.


Táticas: É certo que devemos fazer um bom trabalho dentro do grupo que já nos acompanha, mas também é importante “chamar” outras pessoas de fora. Isso passará muito pela publicidade ou por parcerias que você irá realizar. Neste ponto, é determinante que saiba o quanto vai investir.



DEFININDO OBJETIVOS


Como referi acima, este é o primeiro ponto que devemos preocupar-nos. Definir objetivos é saber o quanto você pretende que o seu site cresca. Mesmo que essa meta seja aumentar em 5 ou 10% o número de visitantes ao mês, certamente será melhor do que perder esses mesmos 5 ou 10%. Tudo irá depender da sua noção de sucesso e do que isso pode ajudá-lo a conseguir mais rendimentos. Se para o seu negócio aumentar o volume de tráfego apenas 10% é sinónimo de mais vendas, ótimo. O importante é adequar o que você pretende com a sua realidade.


Quando define objetivos, o primeiro passo é olhar para os seus concorrentes e perceber o que eles estão fazendo. Dê uma olhada na página de fãs deles e veja como eles trabalham. Siga-os no Twitter e acompanhe os seus tweets. Desta forma, você terá noção do que eles estão fazendo, qual o tamanho da audiência ou do que o seu público mais gosta. De qualquer das formas, recordo que o objetivo não é copiar nem fazer o mesmo do que eles, mas sim perceber mais facilmente a forma como funciona o seu público-alvo. Se está com dificuldades em definir as suas metas, aconselho que dê uma leitura neste nosso post, que explica as 5 regras para definir os seus objetivos.

DEVEMOS TRABALHAR DA MESMA FORMA EM TODAS AS REDES SOCIAIS?


Esta pergunta tem sido realizada ao longo dos últimos anos e a resposta parece estar caminhando para um convicto “não”. As redes sociais são diferentes e por isso devem ser trabalhadas de forma diferenciada. Estar replicando tudo aquilo que faz no Facebook para o Twitter não é uma boa política e de uma forma geral não traz resultados positivos. A melhor forma de trabalhar é criar conteúdo diferenciado, dedicado a cada público.


Isto porque existem pessoas que utilizam apenas o Twitter, por exemplo, porque não gostam da quantidade de imagens que aparecem no Facebook. Por outro lado, existem aqueles que preferem a organização da rede social de Mark Zuckerberg e dispensam o Twitter. Basta este princípio para justificar o fato de você não ter a mesma política para sites diferentes.
PASSANDO À AÇÃO


Depois de saber qual o retorno que pretende ter com toda a sua estratégia de marketing, chegou o momento de começar a definir os passos para conseguir divulgar o seu negócio de forma efetiva. O primeiro de todos será dar uma imagem profissional às suas páginas. Vejamos como pode fazer em cada uma delas:
FACEBOOK


Com o aparecimento da nova Timeline, muitas mudanças aconteceram. Infelizmente, algumas pessoas ainda têm dificuldades em perceber exatamente como devem fazer para conseguir tirar maior rendimento das mesmas. Vejamos alguns princípios que deve seguir.





Tanto a imagem de capa como a imagem do perfil da sua página de fãs do Facebook devem estar bem cuidadas. Caso seja necessário, contrate um designer que dê um toque profissional à sua página de fãs, de modo a torná-la atrativa e que fique na cabeça do seu cliente. Tal como acontece com a imagem de um site, o aspeto desta sua ferramenta de marketing também deve ser bem cuidada, transmitindo uma ideia profissional do seu trabalho.


Outro dos cuidados que deve ter é o de inserir informação no “sobre” da sua página. Como podem ver no nosso caso, temos uma pequeno resumo do que é a nossa página de fãs e ainda inserimos o link que vai direto para o nosso site. Enquanto freelancer, resuma em poucas palavras o que você faz e insira o endereço do site que os seus possíveis clientes devem visitar. Deixa tudo à vista dos olhos de uma pessoa que esteja visitando a sua página pela primeira vez. No entanto, recordo que com a nova Timeline também surgiram algumas regras que você deve ter em atenção. Fique sabendo que na capa não é permitido que insira preços, contatos, chamadas à ação (do género “curta aí a nossa página”) ou imagens de capas de outros sites.





Outra das opções que deve explorar de forma eficiente são as opções “curtir”. Nelas, poderá inserir várias coisas desde mapas, videos do youtube ou até fazer um chat ao vivo. Tudo dependerá dos aplicativos que pretender usar. Como demonstrei na imagem acima, no exemplo da Zappos, vemos como esta marca aproveitou os seus separadores para fazer promoções de produtos, criar formulários ou apenas para dar a conhecer um catálogo. Se quiser saber mais sobre os aplicativos disponíveis, aconselho que dê uma leitura no artigo do colega Paulo Faustino sobre os 14 aplicativos para a timeline do Facebook para páginas.
INTERAGINDO COM OS SEUS FÃS




Chegou a hora de você começar aproveitando o fato de ter uma página de fãs bem organizada. Para isso, você necessita de explorar ao máximo todas as possibilidade que o Facebook oferece. E essa parte passa muito por conseguir encontrar aquilo que os seus fãs mais gostam. Como pode ver na imagem acima, esta rede social dá-nos possibilidade de analisarmos de uma forma eficaz o que tem dado certo nas nossas publicações. Se for ao seu painel, verá que terá acesso a todas as informações. Verifique quais foram as suas publicações que tiveram mais sucesso e repita esse processo mais vezes. Se o leitor verifica que ao publicar uma imagem o sucesso é muito maior do que quando faz o post de um video, isso é um sinal que deve continuar explorando essa vantagem.

PUBLICANDO DE FORMA EFICAZ




Como pode ver pela imagem acima, cada publicação no Facebook poderá ser alterada conforme os seus gostos. Se prestar atenção, verá que existem três campos que podem ser mudados. Precisamente onde eu escrevi “Faça uma pequena descrição aqui”, “Altere o título” e “Faça um pequeno resumo”. Dependendo do seu site, quando você carrega o link na sua página, ele irá trazer toda a informação do seu artigo, sendo que algumas são desnecessárias. No mínimo, remova o link que fica no campo de cima e retire a informação que está em exagero no campo do meio. Por norma, o terceiro campo vem bem preenchido (repito, por norma).


Alterar estes dados que não interessam ao seu leitor, faz com que você faça uma publicação mais pessoal e que aumente o número de “likes” e a probabilidade de partilhas dessa mesma publicação. Com estes pontos, resumi alguns princípios que você deve utilizar no Facebook para conseguir trabalhar de um modo mais eficaz. Contudo, existem ainda outros fatores que não irei falar aqui, visto que já foram explorados em outros artigos. Se quiser saber um pouco mais sobre o Facebook, aconselho que dê uma olhada nestes posts:
10 Dicas para conseguir mais fãs no Facebook
Conheça as 56 melhores páginas de fãs do Facebook
Como analisar as estatísticas da sua página de fãs
Como melhorar o Edgerank no Facebook e conseguir mais clientes
Estratégias para configurar a nova Timeline do Facebook para páginas de fãs


Se preferir o video, a equipa das Escolas Plus gravou também um video na qual dá algumas dicas para você trabalhar de forma mais eficaz no Facebook. Vale a pena assistir.

TWITTER

Se para trabalhar no Facebook é necessário um vasto conhecimento, já no Twitter isso não acontece. Bem mais simples, esta rede social funciona de um modo bem mais prático mas também acaba por ser menos viral. Por norma, uma página de fãs cresce de forma mais rápida do que a conta do Twitter. No entanto, não deve ser uma rede social deixada de parte, visto que poderá ser uma interessante fonte de visitas.





No que toca à apresentação do Twitter, não existem muitos segredos. Além de alterar o fundo, inserir uma fotografia e preencher o “sobre”, não há muito mais que possa fazer. O problema está na forma como você trabalhar para fazer crescer essa conta. O primeiro cuidado que deve ter é trabalhar o seu perfil de uma forma dinâmica. No Twitter, postar mais do que quatro ou cinco artigos é algo perfeitamente normal. No entanto, não se concentre apenas em publicar aquilo que você faz. Faça retweet, interaja com os seus leitores e partilhe coisas interessantes para o seu nicho de mercado.


Como pode ver na imagem acima, um dos nossos seguidores pediu-nos uma informação à qual respondemos, dando a nossa opinião. Esta troca de ideias que existe entre você e as pessoas que acompanham o seu trabalho é importante, pois cria ligações mais próximas. Um dos hábitos que tenho no Twitter e que aconselho a todas as pessoas que trabalham na internet é que utilizem o Timely. Este site, permite que você programe tweets automáticos. É ideal para quem trabalha com blogs, podendo dar a conhecer artigos antigos aos seus novos seguidores. Se quiser saber mais, leia o nosso último artigo no qual falamos sobre ele, clicando aqui.

DEFINA TODOS OS PONTOS
Depois de aprender a utilizar o Facebook e o Twitter, está na hora de você saber quantificar todos os seus passos. Ou seja, entender quanto tempo está gastando, qual o retorno que você está tendo ou quem deverá fazer esse trabalho. Por isso, no plano de marketing para as mídias sociais você deverá ter em consideração vários pontos, que devem ser passados para o papel. Vejamos quais:
Descrição: Ao começar a divulgar o seu trabalho, escolha a forma como você vai fazê-lo. Vai apostar em imagens? Vai fazê-lo quantas vezes por dia? No fundo, coloque toda a informação que você achar relevante na sua estratégia.
Quem vai fazer esse trabalho: Aqui você tem duas hipóteses: você ou então contratar alguém para fazer essa parte. Hoje em dia, existem cada vez mais pessoas dispostas a fazerem o trabalho da sua empresa nas mídias sociais. Verifique sempre com muito cuidado se será realmente um especialista a realizar essa tarefa.
Objetivos: Saiba onde pretende chegar. Não faz qualquer sentido estar investindo dinheiro e tempo se não souber qual será a sua meta final.
Estratégia: Para chegar ao caminho que pretende, isso implica que trabalhe com uma determina estratégia. Defina-a desde o primeiro dia.
Necessidades: Você está apostando no marketing social porquê? Quer ter mais clientes? Quer aumentar as suas vendas? Responda a esta questão.
Dinheiro: Investir em publicidade nas mídias sociais é sinónimo de investir em publicidade. Escolha qual vai ser o seu capital investido nas suas campanhas. Mas antes de fazer isto lembre-se: isto é um investimento, não um gasto.
Tempo investido: Fazer a divulgação do seu site no Facebook ou no Twitter exige tempo. Os seus objetivos devem sempre ter em consideração o tempo que você vai investir. Se perder mais tempo na divulgação, também terá maior retorno.
Performance: Daqui a quanto tempo você vai fazer um balanço dos seus resultados? Defina uma meta temporal para que isso aconteça. O meu conselho é que faça isso no mínimo mensalmente e no máximo de três em três meses.
BENEFÍCIOS DE UM PLANO DE MARKETING


Tal como em qualquer planejamento, os benefícios são óbvios: sabe para onde está caminhando, pode testar várias soluções e consegue medir os resultados. Andar à deriva é mesmo o pior que você poderá fazer. Conseguir bons resultados nas mídias sociais exige que realize muitos testes. Por vezes, o que funciona com o seu vizinho pode não funcionar com você. Tente definir o seu próprio caminho e compreender o que a sua audiência gosta. Cabe, a si, mostrar-lhes o caminho e saber criar uma comunidade que goste e partilhe aquilo que você publica. Não será um processo fácil, mas com certeza trará grandes valias para o seu negócio. Como disse Don Peppers: “As empresas existem para criar e preservar seus clientes. Não para criar produtos, como muita gente imagina. Os produtos são efêmeros; os clientes não”.


E você, tem realizado algum plano de marketing? Tinha ideia de que também era necessário planear o marketing nas mídias sociais? Deixe-nos algumas das suas estratégias e partilhe com os outros leitores.


Abraço


(via @Escola Freelancer)

Internet já é a primeira mídia no Brasil depois da televisão


De acordo com os Indicadores de Mercado, elaborado pelo Interactive Advertising Bureau (IAB Brasil), a Internet já é a segunda mídia no Brasil, alcançando 12% de share de mercado (display+search) e ultrapassando o meio jornal. Os dados são referentes aos três primeiros meses de 2012 e mostram que a Internet faturou mais de R$ 840 milhões, sendo R$ 512 milhões em search e R$ 330 milhões em display.
Segundo Ari Meneghini, diretor executivo do IAB Brasil, a Internet já é o meio mais utilizado pelos anunciantes, ficando atrás somente da TV aberta. “A mídia digital está mostrando seu potencial e se consolidando como uma das alternativas mais lucrativas para as empresas anunciarem seus produtos e serviços. O IAB estimou que o mercado brasileiro fechará o ano com participação de 13,7% e este desempenho no primeiro trimestre só confirma a nossa projeção”, completa.
Confira alguns dados divulgados:
  • Temos 82,4 milhões de usuários de Internet no Brasil.
    graf1 Internet já é a primeira mídia no Brasil depois da Televisão
  • Em 2011 o faturamento em display teve aumento de 19% em relação ao ano passado.
    graf2 Internet já é a primeira mídia no Brasil depois da Televisão
  • Em 2011 o faturamento em search + display teve um aumento de 37,3% em relação ao ano passado.
    graf3 Internet já é a primeira mídia no Brasil depois da Televisão
  • A internet atingiu 12% de participação de mercado.
    graf4 Internet já é a primeira mídia no Brasil depois da Televisão

PROJEÇÃO PARA 2012

Em 2012 a internet atingirá 13,7% de participação no mercado publicitário. Além disso, se tornará um mercado de R$ 4,645 bi.
graf5 Internet já é a primeira mídia no Brasil depois da Televisão
Para conferir na íntegra os Indicadores de Mercado, basta clicar aqui.
(via @webholic)

O marketing de guerrilha do SBT causa um misto de alegria e pena




Silvio Santos e sua turma estão bem empolgados com o remake de Carrossel, aquele clássico da sua infância que você provavelmente gostaria de deixar por lá. A empolgação é tamanha que o SBT anda exagerando na dose quando o assunto é fazer publicidade da nova novela. Não estamos falando de excesso de comerciais — estamos falando de inserções malucas, mensagens subliminares e até edição do cenário de Chaves.

O fenômeno já está rolando faz algumas semanas e merece bastante atenção. Sério. Dê uma olhada nesses dois vídeos:



Pode ver de novo se seus olhos não entenderam o que aconteceu. A gente tenta explicar: no primeiro, o SBT adiciona uma mensagem subliminar com o nome, a data e o horário de estreia da novelinha, no meio de outra novela. Você está lá, acompanhando uma trama terrível, e ainda é bombardeado com a ideia de acompanhar uma provavelmente pior. Mas se Tyler Durden diz que isso entra no cérebro, a gente até acredita.

O segundo caso, na verdade, é bem mais surreal: os caras realmente pegaram uma imagem de Chaves, filmado há décadas, e simplesmente fizeram uma inserção no cenário, como quem não quer nada, de um pôster. E, se você der uma olhada no YouTube, isso aconteceu não só em um, mas em vários capítulos da série. É puro marketing de guerrilha, algo que sem dúvida o Patrão viu, soltou uma risada e falou “bem bolado, bem bolado”. O único problema: o SBT provavelmente acha que isso fará as pessoas assistirem ao novo Carrossel.

(via @gizmodo)

17 marcas que estão arrasando em publicidade móvel


Google criou cartilha para impulsionar atuação de empresas em tablet e smartphones. Veja algumas marcas citadas como modelo

Starbucks: no Dia dos Namorados, aplicativo usava realidade aumentada para decorar copos
São Paulo - O Google lançou recentemente uma cartilha sobre estratégias de marketing em plataformas móveis. Escrito por Jason Spero, chefe de marketing da AdMob - plataforma de publicidade móvel adquirida pela companhia em 2009 -, o manual chama-se “The Mobile Playbook: The Busy Executive’s Guide to Winning with Mobile" e explica o que marcas e anunciantes devem priorizar para criar campanhas efetivas em smartphones e tablets.
De acordo com Spero, um milhão de pequenas empresas entrarão no mercado de publicidade móvel em 2012 criando sites para celulares. E é do interesse do Google fazer com que elas entrem com o pé direito.
Em meio a gráficos e estudos de caso, a cartilha destaca cases de diversas empresas que foram bem-sucedidas em suas estratégias. Veja quais são algumas delas, e o que elas estão fazendo.
Starbucks
O aplicativo da Starbucks consegue fidelidade permitindo que mais de um milhão de frequentadores de suas cafeterias escaneiem códigos de barras, recarreguem os cartões de compras da rede e compartilhem suas localizações e opções de bebidas favoritas nas redes sociais. Tudo com acesso gratuito a internet por Wi-Fi, disponível em todas as lojas.
Em uma das ações mobile, a marca aproveitou o Valentine’s Day - nosso Dia dos Namorados - e criou o aplicativo Cup Magic, que por meio de realidade aumentada, decorou copos com corações animados.
Walmart
O app da rede permite adicionar itens à lista de compras usando comando de voz, teclado ou escaneando o código de barras, além de possibilitar a consulta de preços e da disponibilidade do produto na loja. Em alguns supermercados, pode-se até pesquisar a localização do corredor onde está o produto.
Coca-Cola
Simples, mas divertido. O aplicativo da marca permite que usuários simulem que estão bebendo uma Coca-Cola.
Delta Air Lines
A empresa aérea permite que clientes abram mão dos cartões de embarque, usando no lugar versões digitalizadas no momento do embarque, um recurso que agiliza o processo de embarque e evita que vôos saiam atrasados.
Os aplicativos oferecem opções de check-in eBoarding em 79 cidades, além de rastreamento de bagagens, alertas sobre viagens, condições de aeroportos e lembretes de estacionamento.
Kraft
A Kraft criou o iFood assistance, aplicativo para tablet que pais e filhos podem usar juntos durante o preparo das refeições, com vídeos, receitas e games.
Intuit
Os usuários do aplicativo SnapTax, criado pela empresa, podem gerenciar os impostos pagos via iPhone ou Android. Os passos são simples: fotografe o formulário, responsa algumas perguntas e arquive.
Wallgreens
A rede de farmácias americana criou um aplicativo que ajuda clientes a administrar o uso regular dos remédios, o “The Refil Ready”. 
O app manda mensagens toda vez que os remédios receitados estiverem no fim. O serviço é gratuito e funciona em qualquer tipo de celular. Com isso, a marca conseguiu que 25% das recompras de medicamentos fossem feitas via celular.
Specialty’s Cafe & Bakery
Com site mobile-friendly, a companhia permite que usuários façam o pedido de qualquer lugar e possam buscá-lo na loja mais próxima. Chipotle, Subway e outras redes possuem serviços semelhantes.
Zipcar
A empresa de aluguel de carros criou um aplicativo que não apenas guia o cliente pelo processo de reserva, mas também localiza o carro no estacionamento acionando a buzina e a destrava das portas. 
Chase
Um app do banco permite que clientes façam depósitos de cheques por meio de snapshot. Basta tirar uma foto da frente e do verso do cheque e enviá-la pelo aplicativo. Segundo o manual, a funcionalidade pode ajudar os bancos que quiserem manter menos caixas eletrônicos em funcionamento.
Priceline
Pelo Negotiator, a empresa ajuda consumidores a encontrar e reservar um quarto de hotel. Os números: 58% dos usuários do aplicativo reservaram um quarto dentro de 20 milhas de distância e 35% reservaram dentro de uma milha.
82% conseguiram reservar uma estadia menos de um dia antes do check-in, o que sugere que esses usuários já estavam em seus lugares de destino, e buscaram o aplicativo para tomar a decisão pela reserva em tempo real.
Ticketsnow
O site móvel da companhia conseguiu dobrar as vendas online da empresa, um "antes e depois" que acontece com frequência quando marcas tornam suas páginas amigáveis a celulares.
Volkswagen
A montadora incentiva suas concessionárias a aderir ao mobile fornecendo modelos que permitem criar sites móveis onde os clientes podem acessar o estoque, consultar opções de financiamento e entrar em contato diretamente com revendedores locais.
HP
A empresa preferiu a utilidade ao entretenimento em sua estratégia móvel. O aplicativo ePrint permite que os consumidores acionem a impressão de documentos a partir do smartphone, o que certamente ajuda a impulsionar a receita da empresa e as vendas de tinta.
Domino's
Pode-se pedir "mais de 1,8 bilhões de combinações de pizza" e acompanhar passo a passo o progresso do pedido com o Domino’s Live Pizza Tracker.
Comcast
O aplicativo da companhia pode ser usado para consultar a disponibilidade dos serviços e obter assistência. A Comcast criou uma extensão de publicidade móvel que permite que usuários liguem diretamente dos resultados de busca, uma campanha que gerou uma taxa média de cliques 270% maior do que os anúncios de busca de desktop.
W Hotels
A rede de hoteis tenta fidelizar clientes oferecendo no aplicativo desde listas de música até pedido de serviço de quarto.
(via @exame)
Sou totalmente favorável a esse tipo de campanha partindo das empresas, são aplicativos pequenos e funcionais que demonstram o quanto o mercado portátil crescente pode fidelizar novos consumidores para as marcas que investem nele.  

REDES SOCIAIS: QUANTIDADE X QUALIDADE


As empresas estão cada vez mais preocupadas em entrar nas redes sociais. Com isso, também surge a ansiedade de atingir um grande número de seguidores. Mas até que ponto esses fãs estão realmente acompanhando as novidades da marca e interagindo com ela? Como conquistar um público engajado? O que é mais importante: número de seguidores ou de interações?

Diego Gadens dos Santos: “A audiência e engajamento devem andar lado a lado”.De acordo com Diego Gadens dos Santos, sócio-diretor de desenvolvimento da Social Adrenaline, a audiência e engajamento devem andar lado a lado. “Ambos os quesitos devem permear os perfis sociais dos clientes para potencializar ainda mais os resultados. A regra básica é a relevância. Se você conquistar sua audiência com algo relevante para eles, os usuários irão comentar, curtir e retuítar”, afirma. 

Já para Gabriel Minoru Ishida, formado em midialogia na Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) e profissional de business intelligence, essa questão depende da estratégia planejada e dos objetivos traçados. “Se é uma marca ou produto novo e precisa que o público o conheça (awareness), o volume de seguidores é importante, juntamente com ações que disseminem a marca/produto pelas redes. Mas se a estratégia é gerar relacionamento, servir de canal de interação entre marca e público, a qualidade das interações é o mais importante”,pondera.


Para Gabriel Minoru Ishida, é importante entender o comportamento do público-alvo nas redes sociais.Elizangela Grigoletti, gerente de inteligência e marketing da MITI Inteligência, pontua, por sua vez, que é impossível não correlacionar audiência e engajamento. “O conteúdo relevante atrai novos seguidores e ganha curtidas. Empresas que entram nas redes apenas para se fazerem presentes – seja através de um perfil aberto ou focada nos resultados financeiros diretos - certamente não conseguirão gerar a principal condição que move as redes sociais, que é o relacionamento”, alerta.

“Ter seguidores e fãs qualificados e engajados faz muita diferença e traz resultados totalmente diferentes de canais que utilizam formas de incentivo artificiais para seguidores”, opina Andre Ribeiro, diretor de operações da IZZE Digital.

Conquistando seguidores engajados

Santos acredita que é preciso garantir que os usuários e as empresas se comuniquem e interajam através de um objetivo em comum.


“Empresas que entram nas redes apenas para se fazerem presentes certamente não conseguirão gerar relacionamento”, afirma Elizangela Grigoletti.Na opinião de Ishida, o principal caminho épersonificar a marca na vida das pessoas “É importante que o público veja que a marca está ali não apenas para te convencer a comprar, mas também para te ajudar no dia a dia. Sendo assim, acho que, em redes sociais, o que vale bastante é a marca publicar conteúdo que seja útil e interessante para seu público-alvo. Assim, as pessoas vão perceber um valor diferenciado e o engajamento vai ocorrer naturalmente”, recomenda.

“Claro que há inúmeras variáveis como posicionamento da marca, produtos vendidos, público-alvo, enfim, que devem ser consideradas, mas ações inovadoras, conteúdo de qualidade, recíproca de interação e demonstração de envolvimento com esse público, é a receita básica para uma boa atuação nas redes. Avaliando as redes adequadas para a marca, o volume ideal de postagens, a linguagem apropriada, conteúdo mais relevante e de interesse desse público e claro, metas e objetivos dessa atuação - sempre ter claro em mente o que a empresa espera através desse canal”, argumenta Elizangela.

O planejamento desempenha um papel importante para conseguir fãs engajados. “Ele é fundamental para qualquer processo. O importante é buscar entender a fundo o problema do cliente. A essência do job muitas vezes pode ser traduzida em uma frase. Com isso bem definido, e tendo o pensamento de que nas mídias sociais as relações são baseadas em relevância, o sucesso de suas estratégias está garantido”, explica o sócio-diretor de desenvolvimento da Social Adrenaline.


Andre Ribeiro: “O planejamento permite alcançar o consumidor com mensagens relevantes”.Ishida destaca que é importante entender o comportamento do público-alvo nas redes sociais, coletando dados e informações sobre ele e verificando quais perfis de pessoas podem contribuir para disseminar e engajar a audiência com a marca. “Assim, se pode pensar em criar relacionamento com esses perfis e, consequentemente, criar defensores da marca nas redes sociais”, expõe.

Na opinião de Ribeiro, o planejamento permite alcançar o consumidor com mensagens relevantes, sazonais, que possam agregar valor à presença da marca nos canais digitais. “É importante lembrar que quando um usuário decide acompanhar uma marca, ele busca receber informações sobre ela, porém, na maioria das vezes ele está acessível a demais conteúdos. Se apropriar da possibilidade de ser referência em seu segmento é um ativo importantíssimo”, destaca.

Qual a Diferença entre Publicidade e Propaganda



Bom, muita gente se pergunta antes de entrar na faculdade se  “Publicidade e Propaganda” não significam a mesma coisa, então viemos resolver esse probleminha e explicar para vocês de uma vez por todas o que significa cada uma.

Publicidade está no ato de divulgar ideias, conceitos e serviços por meios da comunicação social,  geralmente com fins lucrativos por parte do anunciante.
Por exemplo, os comerciais de empresas que anunciam seus produtos qualidades de sua marca tentando obter fins lucrativos.
Exemplo de publicidade 

 
Já a Propaganda é o mesmo ato só que sem fins lucrativos ou propagação de uma fé, uma crença e uma teoria. 
Por exemplo, os comerciais do governo sobre prevenção a AIDS. Eles te informam o que está acontecendo, mas a campanha não irá ter nenhum fim monetário, apenas à nível de conhecimento como por exemplo para a prevenção da doença. A Propaganda transmite/comunica uma ideia, opinião ou doutrina. 

Exemplo de propaganda


Entenderam?
Para sugestões de dúvidas envie para nosso e-mail mktdesignblog@gmail.com, nós teremos prazer em responde-la aqui no blog.
Até o próximo, MKTDesign responde.

Renner lança linha de camisetas de memes









A Renner parece estar apostando na "popularização" dos meme's nas redes sociais e tem adotado como nova estratégia os já nossos velho conhecidos "poker face", "me gusta", "forever alone" e outros para sua nova coleção de inverno Renner. São sete camisetas ao todo e estão disponíveis nas lojas físicas e também na online custando cada R$ 29,90. E ai? Curtiram a idéia?

Acessibilidade e usabilidade na web: um caso sério

Após encontrar um excelente blog criado pela thalisvalle, antigo porém cabível aos dias atuais, por tratar-se de um artigo interessantíssimo e utilíssimo criado pela mesma que reforça as palavrinhas temidas constantemente reforçadas nas faculdades e cursos de design para web de forma que fique  esteja abrangente para também as outras áreas interessadas.


Caro leitor, se você não faz parte da grande famí­lia de desenvolvedores web; designers, programadores e projetistas, você se colocaria como sendo um usuário de internet que tem pleno direito de acessar qualquer site que desejar, sem nenhuma restrição de tipo de conexão, plataforma, browser, plugins, etc. Você usuário, sempre desejará de qualquer site, maior funcionalidade e acessi­bilidade, como eu mesmo já cobrei algumas vezes de sites de E-commerce.
Se você faz parte da grande famí­lia, principalmente se é um projetista ou designer, além de o desejar [Ah! Aqui, seu ní­vel de cobrança não seré tão grande quanto o de usuários (heavy users) exigentes, pois você sabe o quanto é trabalhoso e caro projetar sites acessí­veis e de boa usabilidade] você vai se questionar:
"Viche! Será o começo de uma nova era que ameaça o meu querido emprego, ou uma forma de empurrão pra correr atrás de novos horizontes; maior conhecimento sobre o tema de acessibilidade?".
Ah, você terá que investir alguns $, caso seu chefe nãoo banque.
A questão é que, na era Web 2.0, acessibilidade e regras/maneiras de usabilidade será cada vez mais exigido, até chegar o dia em que não somente sites públicos deverão ser acessí­veis, mas todos os demais que estão publicados na web.
Epa! Se esse dia chegar, o que será de sites como o da "padoca" aqui perto de casa, heim? Eu lhe respondo:
Fim!


Foi depois de ler esta notí­cia que eu decidi escrever este artigo. A verdade é: deficientes fí­sicos não podem navegar em sites que, "poderiam facilmente ser alterados para atender aos padrões internacionais de acessibilidade".
"Nós temos alguns obstáculos a superar", disse Leonie Watson, da Nomensa, que é deficiente visual, em entrevista coletiva na sede da ONU.
Sabendo disso, quem vai pôr a mão na massa? Seria, eles investem (nos pagando) e nós trabalhamos pra desenvolver. Teremos que fazer a nossa parte... é inevitável. E, quanto antes, do que tarde.
Eu mesmo, que não sou expert em acessibilidade e usabilidade, já estou vendo de comprar alguns livros pra ficar bem mais por dentro. Penso até em treinamentos.
E você, amigo leitor/desenvolvedor? Vai ignorar a realidade (pensar que isso não vai dar em nada) e continuar apenas se preocupando com o que é certo ou errado no XHTML/CSS?


Postado em 7 de dezembro de 2006 às 0:58.

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6 anos depois da publicação desse artigo só temos a acrescentar que a acessebilidade e a usabilidade na web está presente mais do que nunca e cada vez mais exigente, com o alto desenvolvimento da tecnologia esse público está buscando cada vez mais acessibilidade nos mais diversos sites e precisamos estar prontos e aptos à atender a esta demanda.

21 sites de agências de marketing

Para uma agência de marketing cuidar da sua própria identidade visual é de extrema importância, definindo a sua própria página para potenciais clientes oferecendo por meio deste uma experiência de usuário positiva para seus clientes ao acessarem a página da sua agência.  E também pode servir de inspiração aos novos designers que não sabem por onde começar aquele novo projeto voltado para marketing/publicidade e propaganda. Nesse post nós preparamos 21 sites de agências de marketing para servir como inspiração aos designers leitores e também para pessoas das área de marketing que tem interesse em cuidar da sua identidade visual ao entrar no mundo digital, criando sólidas bases para futuras referências para exigir qualidade da equipe designada ao site da sua agência.

Espresso


The Creative District

Want2Grow?
 
Interaktiva Digital Marketing

The Holla Agency
 
 

Definition6

 Victor & Spoils
 

 CAMS


   
  


  
 CHE



  


  Odopod


 

Design e marketing são aliados, não inimigos



O marketing atual não se contém mais nos 4 Ps (produto, preço, praça e promoção), pois ele se tornou algo intangível, complexo de se mensurar. Está dificil agradar consumidores cada vez mais ativos e vorazes por produtos que possuam uma “identidade” e que os complete.
O designer (especialmente o gráfico) tomou conhecimentos do marketing, não com pretensão de usurpar o mercado da categoria, mas porque constatou que, em muitos conceitos do marketing, reside a nova função do designer: a de criar pensando no consumidor.
Também está na mão dos designers o poder de avaliar as necessidades do cliente, analisar o que o seu público quer e, com base nestas informações, criar não apenas seguindo preceitos da estética da forma, mas através do tão conhecido valor de marca.
É fato que o marketeiro (ou profissional de marketing) sabe analisar o mercado, sabe obter dados como ninguém, mas o problema reside exatamente neste ponto. Ele possui os dados, elabora as estratégias de marketing, mas não passa essas informações para o designer.
Estratégias de marketing que envolvem a identidade da empresa como um todo, devem – ou deveriam – envolver também o designer, pois este está ciente dos conceitos da empresa, do valor que a marca possui ou quer atingir, e apenas o designer – friso isso – possui conhecimentos estético-funcionais para opinar sobre o que pode ser feito ou não. Ou, no mínimo, deveria ter.
Não é pretensão do designer querer compartilhar esses conhecimentos, é preocupação com uma série de valores que ele utilizou na hora de desenvolver o seu trabalho. Isso porque o design não se situa abaixo do marketing, fica ao lado, trabalha junto, com o mesmo objetivo, partilhando prós e contras de suas ações.
De nada adianta contratar um designer para fazer apenas a “logomarca” da empresa, vendo que uma marca criada pra hoje é custo e não trará retorno. Ao contrário de uma marca projetada para o amanhã, que se torna investimento e trará retorno.
Além destes pontos de vista, todos os valores da marca são transmitidos diariamente através de sua identidade, embalagens e do próprio PDV – incluo como PDV a internet também, mas de uma maneira distinta.
O designer fica presente em todos esses projetos. Não cabe a ele apenas apresentar à gerência de marketing e esperar um positivo ou negativo, como se fosse César no Coliseu. Cabe a ele estar em contato direto com o profissional de marketing, pois este sabe o que será feito do futuro da empresa, e ambos podem, então, definir os passos seguintes do projeto.
Em meio a tudo isso, vê-se o designer tentando administrar marcas como se cria um filho. Por isso ele estuda marketing, por isso faz MBA em branding, por isso as empresas estão começando a valorizá-lo.
Encontre um designer que pense na sua empresa no futuro, que crie uma identidade e acompanhe seu crescimento de perto, e verás porque o design é o grande investimento das empresas mais inovadoras do mundo. São corporações que acreditaram e deram espaço ao designer. Falta agora seguir esse exemplo.