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Twitter some com os ícones na timeline



Alguns leitores notaram a diferença, enquanto outros só perceberão depois deste artigo. Fato é que o Twitter fez uma sutil modificação na forma como apresenta os tweets na timeline dotwitter.com. Perceba que a sua “linha do tempo” está mais limpa, mais agradável de visualizar. Designers do serviço de microblog simplesmente sumiram com os diversos ícones que antes apareciam no site do microblog.

O Twitter explicou em um artigo sobre o assunto em seu blog oficial que faz testes de usabilidade com pequenos grupos de pessoas para determinar o que pode mudar na interface. Às vezes são detalhes pequenos cuja implementação é imediata. Às vezes, mudanças mais bruscas, como quando decidem trocar de vez todo o layout do site. Para a forma como exibem tweets, essa experimentação mostrou que sumir com os ícones fazia com que o engajamento e a interação do usuário com o tweet aumentaram.

Sua timeline, portanto, fica mais ou menos como na imagem abaixo. Bem mais limpa.



Não tem ícones para favoritar ou retuitar ou responder à atualização. Pelo menos não até que o usuário passe com o cursor do mouse sobre a mensagem — aí sim as opções aparecem.

Tweets com conteúdo multimídia, como imagens ou mapas, continuam dependendo do clique na atualização para carregar o item, que normalmente é carregado de outro site, como Instagram ou Foursquare.

Eu achei que a minha timeline ficou mais simples. Gostei do resultado. E você?

(via @tecnoblog)

As novas redes sociais: o mundo além do Facebook e Twitter

No infográfico abaixo criado pela empresa gaia creative, especializada em mídias sociais podemos observar o constante crescimento de novas startups entre as mídias sociais, você já as conhece?



Descubra o alcance do seu Tweet

Já passou por aquela situação em que quando você publica algo no Twitter ele guanha vários RTs? Isso é o que mais acontece hoje em dia no microblog, vários usuários publicando notícias dos mais variados assuntos, imagens e vídeos. Mas você já parou para pensar qual seria o alcance do seu tweet?  Graças à ferramenta TweetReach, você pode ter um relatório estatístico completo, e ainda visualizar quem está contribuindo para seu crescimento.
Ao entrar na página inicial do TweetReach, tudo o que você precisará fazer é digitar seu nome de usuário, uma hashtag ou frase e clicar no botão de lupa (ou simplesmente dar Enter no seu teclado). Logo após, o TweetReach começará analisar todos os tweets que correspondem com a sua pesquisa.
Depois de alguns segundos, o serviço te mostra os últimos 50 tweets. Além disso, há um gráfico bem ilustrativo que mostra os últimos 50 tweets com o total de tweets, retweets e replies. Abaixo dos gráficos, você encontra uma exposição geral com uma listagem dos perfis que mais contribuem.
Caso você tenha gostado do resultado de sua pesquisa e queira salvá-lo, bem em cima dos resultados existe um pequeno menu com algumas opções bastante úteis. Lá, você pode adicionar a pesquisa nos seus favoritos, criar um link, gerar uma planilha do Excel, um arquivo em PDF e até imprimir. Mas para usar cada uma dessas opções é preciso criar uma conta no serviço.
Essa é uma ferramenta bastante interessante e que pode se tornar bastante útil principalmete para quem tem um blog ou site, pois assim a pessoa pode analisar a credibilidade de cada post na rede social.

(via @nosgeek

Você conhece Marc Andresseen?



Este é Marc Andreessen. Ele não é rico como Bill Gates, nem inspirador como Steve Jobs, nem mesmo tão conhecido quanto Mark Zuckerberg — mas isso não o torna menos importante. Porque, em seus vinte anos de carreira, Andreessen provavelmente fez mais do que qualquer pessoa para mudar a forma com que nos comunicamos online.

A Wired está publicando uma série de entrevistas para marcar seu 20º aniversário e a primeira é com Andreessen — o homem que inventou o primeiro navegador gráfico e apoiou empresas como Twitter, Instagram e Skype. É uma leitura muito legal.

O material gira em torno de cinco das ideias-chave de Andreessen: em 1992, que todo mundo estaria na web; em 1995, que o navegador se transformaria em sistema operacional; em 1999, que os negócios viveriam na nuvem; em 2004, que tudo se tornaria social; e em 2009, que o software fatalmente ganharia o mundo. Alguns desses pontos foram previsões incrivelmente acertadas. Para dar um gostinho, veja este exemplo de 1995:

“A tecnologia é como a água; ela quer encontrar seu nível. Então se você amarrar seu computador a um bilhão de outros computadores, simplesmente faz sentido que uma tremenda parcela dos recursos que você queira usar (não apenas texto ou mídia, mas poder de processamento também) esteja localizada remotamente. As pessoas tendem a pensar na web como uma forma de obter informações ou talvez como um lugar para montar um negócio, um e-commerce. Mas na real, a web é sobre acessar aplicações. Pense em cada website como uma aplicação e cada clique, cada interação com esse site, é uma oportunidade para estar com a última versão dessa aplicação. Quando você começa a pensar em termos de redes, não faz muito sentido preferir aplicações locais, com código baixável e instalável que precisa estar constantemente atualizado.”

O cara certamente sabe alguma coisa sobre prever o futuro da internet. Você pode ler a entrevista na íntegra (em inglês) clicando no link ao lado. [Wired]

(via @gizmodo)