Encontre-nos



Busca

Mostrando postagens com marcador Tecnologia. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Tecnologia. Mostrar todas as postagens

A evolução da Tecnologia



O mundo está sendo revolucionado por tanta tecnologia. Já estamos na segunda década do terceiro milênio, e assim como o tempo tem passado depressa, a tecnologia tem evoluído de uma maneira desmedida.
Há poucos anos atrás seria difícil imaginar acessar a internet do seu celular, ser guiado por um GPS em seu carro, ou se conectar a internet por uma rede sem fio, mas hoje isso são coisas corriqueiras do nosso dia a dia, tudo devido ao rápido avanço da tecnologia.
A tecnologia está presente em tudo. Nos elevadores, nos telefones, computadores, televisores etc, e caminhamos para uma era ainda mais tecnológica, eletrônica e automática.
Milhares de pessoas no mundo se beneficiam e desfrutam desse avanço tecnológico, seja para uso pessoal ou profissional. A tecnologia está tão presente que se faz necessária, e até mesmo para ingressar em um emprego é preciso estar ligado em toda essa inovação.
Sem dúvida alguma a tecnologia caminha a passos largos, a cada dia que se passa as mudanças tecnológicas se dão em um intervalo cada vez menor de tempo, saber aproveitá-las para obter ganho de produtividade em escala, dinamizando processos e resultados requer alto senso de oportunidade. Neste novo mundo os jovens estão aprendendo a adequar-se cada vez mais rapidamente as novas tecnologias. O mundo em que vivemos é totalmente globalizado, pouco ou muito somos dependentes da tecnologia, e pensar em viver sem ela é como pensar em viver sem oxigênio para muitos.
Nos últimos anos uma tecnologia passou pelas nossas vidas como um verdadeiro tufão. Essa tecnologia mudou a forma como o mundo se comunica, faz compras, viaja e até mesmo como se apaixona. A tecnologia em questão é a internet, esta é uma novidade não tão recente, mas que nunca cai em desuso ou sai de moda. Hoje em dia é possível viajar todo o globo sem sair da sua cadeira, ou ir ao supermercado sem ao menos colocar os pés fora de casa.
Mas, como toda coisa boa tem seu lado negativo, tanta tecnologia abre portas para invasão de privacidade, fraudes, enfim, golpes dos mais ousados e absurdos que se possa imaginar, inclusive até com crianças, uma vez que a familiarização com a internet começa desde cedo nas escolas.
É preciso estar atento não apenas as novas invenções que surgem a cada dia e aos benefícios que elas nos trazem, mas principalmente aos cuidados que devemos ter para não sermos atraídos pelas armadilhas que tanta evolução oferece.




Regilaine Martins



Sobre o Autor

Carioca, 30 anos, estudante de Design Gráfico (Web Design) pela UCB-RJ, amo música, 


dança, e tecnologia.

17 marcas que estão arrasando em publicidade móvel


Google criou cartilha para impulsionar atuação de empresas em tablet e smartphones. Veja algumas marcas citadas como modelo

Starbucks: no Dia dos Namorados, aplicativo usava realidade aumentada para decorar copos
São Paulo - O Google lançou recentemente uma cartilha sobre estratégias de marketing em plataformas móveis. Escrito por Jason Spero, chefe de marketing da AdMob - plataforma de publicidade móvel adquirida pela companhia em 2009 -, o manual chama-se “The Mobile Playbook: The Busy Executive’s Guide to Winning with Mobile" e explica o que marcas e anunciantes devem priorizar para criar campanhas efetivas em smartphones e tablets.
De acordo com Spero, um milhão de pequenas empresas entrarão no mercado de publicidade móvel em 2012 criando sites para celulares. E é do interesse do Google fazer com que elas entrem com o pé direito.
Em meio a gráficos e estudos de caso, a cartilha destaca cases de diversas empresas que foram bem-sucedidas em suas estratégias. Veja quais são algumas delas, e o que elas estão fazendo.
Starbucks
O aplicativo da Starbucks consegue fidelidade permitindo que mais de um milhão de frequentadores de suas cafeterias escaneiem códigos de barras, recarreguem os cartões de compras da rede e compartilhem suas localizações e opções de bebidas favoritas nas redes sociais. Tudo com acesso gratuito a internet por Wi-Fi, disponível em todas as lojas.
Em uma das ações mobile, a marca aproveitou o Valentine’s Day - nosso Dia dos Namorados - e criou o aplicativo Cup Magic, que por meio de realidade aumentada, decorou copos com corações animados.
Walmart
O app da rede permite adicionar itens à lista de compras usando comando de voz, teclado ou escaneando o código de barras, além de possibilitar a consulta de preços e da disponibilidade do produto na loja. Em alguns supermercados, pode-se até pesquisar a localização do corredor onde está o produto.
Coca-Cola
Simples, mas divertido. O aplicativo da marca permite que usuários simulem que estão bebendo uma Coca-Cola.
Delta Air Lines
A empresa aérea permite que clientes abram mão dos cartões de embarque, usando no lugar versões digitalizadas no momento do embarque, um recurso que agiliza o processo de embarque e evita que vôos saiam atrasados.
Os aplicativos oferecem opções de check-in eBoarding em 79 cidades, além de rastreamento de bagagens, alertas sobre viagens, condições de aeroportos e lembretes de estacionamento.
Kraft
A Kraft criou o iFood assistance, aplicativo para tablet que pais e filhos podem usar juntos durante o preparo das refeições, com vídeos, receitas e games.
Intuit
Os usuários do aplicativo SnapTax, criado pela empresa, podem gerenciar os impostos pagos via iPhone ou Android. Os passos são simples: fotografe o formulário, responsa algumas perguntas e arquive.
Wallgreens
A rede de farmácias americana criou um aplicativo que ajuda clientes a administrar o uso regular dos remédios, o “The Refil Ready”. 
O app manda mensagens toda vez que os remédios receitados estiverem no fim. O serviço é gratuito e funciona em qualquer tipo de celular. Com isso, a marca conseguiu que 25% das recompras de medicamentos fossem feitas via celular.
Specialty’s Cafe & Bakery
Com site mobile-friendly, a companhia permite que usuários façam o pedido de qualquer lugar e possam buscá-lo na loja mais próxima. Chipotle, Subway e outras redes possuem serviços semelhantes.
Zipcar
A empresa de aluguel de carros criou um aplicativo que não apenas guia o cliente pelo processo de reserva, mas também localiza o carro no estacionamento acionando a buzina e a destrava das portas. 
Chase
Um app do banco permite que clientes façam depósitos de cheques por meio de snapshot. Basta tirar uma foto da frente e do verso do cheque e enviá-la pelo aplicativo. Segundo o manual, a funcionalidade pode ajudar os bancos que quiserem manter menos caixas eletrônicos em funcionamento.
Priceline
Pelo Negotiator, a empresa ajuda consumidores a encontrar e reservar um quarto de hotel. Os números: 58% dos usuários do aplicativo reservaram um quarto dentro de 20 milhas de distância e 35% reservaram dentro de uma milha.
82% conseguiram reservar uma estadia menos de um dia antes do check-in, o que sugere que esses usuários já estavam em seus lugares de destino, e buscaram o aplicativo para tomar a decisão pela reserva em tempo real.
Ticketsnow
O site móvel da companhia conseguiu dobrar as vendas online da empresa, um "antes e depois" que acontece com frequência quando marcas tornam suas páginas amigáveis a celulares.
Volkswagen
A montadora incentiva suas concessionárias a aderir ao mobile fornecendo modelos que permitem criar sites móveis onde os clientes podem acessar o estoque, consultar opções de financiamento e entrar em contato diretamente com revendedores locais.
HP
A empresa preferiu a utilidade ao entretenimento em sua estratégia móvel. O aplicativo ePrint permite que os consumidores acionem a impressão de documentos a partir do smartphone, o que certamente ajuda a impulsionar a receita da empresa e as vendas de tinta.
Domino's
Pode-se pedir "mais de 1,8 bilhões de combinações de pizza" e acompanhar passo a passo o progresso do pedido com o Domino’s Live Pizza Tracker.
Comcast
O aplicativo da companhia pode ser usado para consultar a disponibilidade dos serviços e obter assistência. A Comcast criou uma extensão de publicidade móvel que permite que usuários liguem diretamente dos resultados de busca, uma campanha que gerou uma taxa média de cliques 270% maior do que os anúncios de busca de desktop.
W Hotels
A rede de hoteis tenta fidelizar clientes oferecendo no aplicativo desde listas de música até pedido de serviço de quarto.
(via @exame)
Sou totalmente favorável a esse tipo de campanha partindo das empresas, são aplicativos pequenos e funcionais que demonstram o quanto o mercado portátil crescente pode fidelizar novos consumidores para as marcas que investem nele.  

Quatro recursos úteis ao Galaxy Nexus, smartphone oficial do Google



O Galaxy Nexus, fabricado pela sul-coreana Samsung, é um dos smartphones mais avançados da atualidade. Criado a partir de uma parceria com o Google, o aparelho utiliza a última versão do sistema operacional Android – que é repleta de funcionalidades interessantes. Confira a seguir quatro recursos que podem ser usados para explorar melhor o dispositivo. Confira:
1. Desabilite a criação de atalhos automáticos criados pelos aplicativos
Toda vez que você baixa e instala um aplicativo através da loja Play Store, do Google, o sistema cria automaticamente um ícone em uma das telas iniciais do aparelho. Para quem gosta de manter a ordem entre seus widgets e aplicativos, essa opção pode incomodar um pouco. A solução é abrir o aplicativo da loja virtual, procurar pelo menu, selecionar Configurações e desmarcar o itemAdicionar widgets automaticamente.
Enquanto estiver nessa tela, talvez você queira habilitar a opção Atualizar somente com Wi-Fi. Com isso, o aparelho não vai mais utilizar a sua rede 3G para baixar as atualizações.
2. Coloque a detecção de Wi-Fi no automático
Quando conectado ao Wi-Fi, o smartphone tende a continuar nesse estado até que o usuário desligue manualmente a detecção de redes sem fio. Junto com consumo gerado pela tela, o recurso é um dos principais culpados pelo gasto exagerado de bateria no Nexus. Para evitar o desperdício de energia, entre em Configurações, selecione a opção Wi-Fi e abra o menu para acessar as opções avançadas.
Toque em Manter Wi-Fi ativo durante inatividade e alterne de Sempre para Nunca ou Somente quando Conectado. Dessa forma, o sistema não tentará manter uma conexão automática quando você chegar a algum lugar com uma rede já registrada pelo aparelho.
3. Use o botão liga/desliga para finalizar uma chamada
Ao finalizar uma chamada, você deve afastar o telefone do rosto e tocar no botão vermelho para terminar a conexão. Apesar de ser simples, a tarefa pode ficar ainda mais fácil com um recurso básico de acessibilidade que acompanha o sistema. Entre nas configurações do aparelho, procure pela opção Acessibilidade e marque a opção Botão liga/desliga encerra a chamada. A partir de agora, você pode utilizar o botão para finalizar as chamadas.
4. Faça uma captura de tela do smartphone
A captura de tela nos smartphones com o sistema Android sempre foi um assunto delicado. Em muitos casos, por causa das diferenças entre as centenas de aparelhos que existem no mercado, é necessário baixar aplicativos específicos para realizar a tarefa. O Google e a Samsung resolveram o problema com uma simples combinação de teclas.
Para gravar a tela atual do seu Galaxy Nexus, pressione, ao mesmo tempo, o botão ligar e o botão para diminuir o volume no aparelho. As imagens ficarão gravadas na pasta de fotos do celular.

"O consumidor quer sempre pagar barato, certo? Errado"

ACEITA-Consumidor-do-Futuro

Zeh Herinque Rodrigues, designer gráfico, sócio-diretor da Brainbox Design Estratégico, professor e colunista da abcDesign, falou sobre varejo em uma palestra realizada no Cinemark, em Curitiba, no último dia 14 de maio. O tema abordado teve como base duas das mais importantes feiras de varejo do mundo a Retail´s Big Show 2012 e 20th Global Shop – ambas norte-americanas -, onde Zeh esteve presente para conferir as principais tendências do mercado atual.
Tendo como base a palestra ministrada pelo sócio-diretor da Brainbox, a equipe da abcDesign conversou com Zeh sobre as práticas do varejo, design como ferramenta na melhoria do atendimento ao cliente e dicas de como deixar os consumidores mais satisfeitos na hora de oferecer um produto ou serviço. Confira a seguir.  
abcDesign: De acordo com o conteúdo apresentado na sua palestra, cada vez mais a tecnologia está presente no varejo norte-americano. Muitas delas chegam a substituir o atendimento pessoal pelo autoatendimento, o que se torna viável por meio das máquinas. Quando morava na Austrália, um país onde os atendentes interagem muito pouco com os consumidores, um amigo australiano me disse que compraria todo o estoque da loja se uma pessoa o atendesse. Baseado nisso, quando comparamos o perfil do consumidor de países bem distantes territorialmente, dá para dizer que alguma estratégia de venda que funcionou para determinada região do globo vai funcionar para todas as outras?
Zeh: Apesar de sermos todos humanos, os perfis de compra mudam muito, até mesmo entre microrregiões. As boas práticas do varejo devem ser analisadas de maneira global. Muito se aprende observando ideias diferentes ao redor do mundo. Contudo, no momento de implantar esses conceitos localmente, o varejista deve levar em conta as necessidades, limitações, conhecimento, preconceitos e resistência do consumidor local. Basta ver como muitas marcas fortes tiveram que se adaptar ao mercado gaúcho, por exemplo. O básico de qualquer negócio é entender pessoas. Não existe solução pronta. O varejo funciona com projetos “pilotos”, buscando adequar o planejado ao mundo real. E, posso dizer sem medo de errar, em 100% das vezes ajustes são necessários.
abc: Como aproveitar um sistema de vendas que deu certo em um país em outro, ultrapassando os limites da regionalização, aspectos culturais, de faixa etária e poder aquisitivo?
Zeh: Conforme citei anteriormente, o importante é planejar bem, testar, mensurar, corrigir e implementar. Mesmo após colocar na prática, o que em PDV chamamos de roll out, ajustes serão necessários. O consumidor muda muito rápido, não adianta lutar contra isso. As marcas devem se manter atualizadas e reinventar, até mesmo fórmulas de sucesso. Fazer um tracking de tendências é fundamental para isso. Além disso, um olho no mundo e um olho na comunidade. Falar com o consumidor de maneira direta é sempre um grande passo para o sucesso do negócio. Nunca subestime seus clientes. Falta de humildade pode quebrar empresas.
abc: Quando máquinas ou a própria internet substituem o atendimento pessoal, de alguma forma não acaba se perdendo a chance da negociação com o cliente? O que deixa de acontecer quando existe um preço tabelado eletronicamente?
Zeh: Preço é historicamente supervalorizado. O consumidor quer sempre pagar barato, certo? Errado. O consumidor quer ser bem atendido. Neste ponto, o preço cai para segundo plano. Surpreenda-me e eu te pagarei. Você conhece alguém que tenha questionado o valor da entrada de um parque da Disney? Ou o preço de uma Harley Davidson? A tecnologia pode entregar um serviço/produto de valor, como foi o caso da Tedesco (Home Plus) na Coreia do Sul. Por meio da tecnologia, a empresa facilitou a vida do consumidor, criando nele um novo hábito de compra, mais fácil, rápido e mais adequado à sua necessidade.
abc: Ao mesmo tempo em que vemos lojas tentando fazer o consumidor passar por uma experiência diferente e mais agradável em seus espaços, vemos mercados, como o asiático, continuar a atrair muitos compradores, não só devido aos preços bem baixos, mas também à quantidade de lojas disponíveis em um mesmo local. Kuala Lampur, Singapura e até a própria China exploram o sistema da barganha com o consumidor e atraem muitos turistas para seus mercados. Qual você acredita ser o principal fator que o consumidor leva em conta na hora de efetivar a compra?
Zeh: Temos que separar bem as coisas. Esses locais mencionados têm um apelo de compra barata em quantidade, quase “sacolão” – estilo muamba. Muitos, ainda, têm apelo turístico com o grande mercado de Istambul. Quando um consumidor vai até esses locais, espera por algo fora do padrão e acaba relevando possíveis transtornos. Porém, mesmo nestes lugares tão diferentes, podemos encontrar boas práticas de varejo em muitos detalhes. A receptividade, coisas por descobrir, bom humor, xícara de chá exótico, etc.
abc: Vemos que muitas empresas alcançam bons resultados por meio de um grande investimento. Dá para conquistar clientes, fidelizá-los e ser mais lucrativo com um baixo orçamento? Se sim, como?
Zeh: Um grande diferencial é investir na equipe. Além de treinamento constante, políticas de recompensa se mostram eficazes em empresas de sucesso. Quanto mais o negócio evoluir, mais os funcionários ganham. Em muitos lugares ocorre exatamente o contrário. Equipe motivada, treinada e recompensada gera lucro.
Outra maneira barata de fidelizar clientes é investir num mix correto de produtos e serviços. Entender a necessidade dos consumidores e buscar carências de oferta.
Ações simples como clubes de relacionamento, clube de vantagens podem ser implementados por negócios menores. A cada XX locações de DVD, o cliente ganha um DVD usado e descontos progressivos, etc. Pode parecer pouco, mas iniciativas simples como esta geram simpatia com as pessoas.
Pense como o consumidor, e um mundo de possibilidades se abrirá.
abc: Ainda existem velhos costumes, ou tradicionais, que continuam a valer na hora de prestar um bom atendimento ao cliente?
Zeh: Sorriso, bom senso e educação. Não existe tecnologia que supere os bons costumes.
abc: O design está relacionado com a melhoria do atendimento ao cliente? Se sim, como?
Zeh: Design permeia todas as facilidades e avanços da vida. De um carrinho de supermercado mais funcional, de um equipamento de auto checkout, de uma sinalização de mercadorias simples e objetiva, de uma fachada que te convidou a entrar, tudo é serviço, tudo é design.
abc: Para ser criativo dentro do mercado de varejo local, é fundamental acompanhar as tendências mundiais?
Zeh: Sempre. E não basta acompanhar pela internet. Quem se interessa por varejo, tem que conhecer lojas pessoalmente, “experimentar” a compra, sentir os ambientes e as pessoas. Além disso, deve-se conhecer as grandes, as pequenas, as famosas, as anônimas, sem preconceito. Muitas vezes, a melhor experiência de compra está em lojas desconhecidas.

Windows 8 enviará relatórios aos pais com atividades dos filhos




A Microsoft publicou hoje no blog oficial da criação do Windows 8 um post sobre uma funcionalidade do novo sistema que deve servir para pais preocupados com seus filhos. Chamado de Family Safety, a ferramenta vai criar relatórios de usos para contas que forem marcadas como sendo usadas por crianças.


Ajustes de segurança (Foto: Divulgação)


Essa ferramenta já estava listada como opcional no pacote Live Essentials disponível para Windows XP e 7, mas será implementada por padrão no Windows 8 junto com um novo visual, será mais fácil de configurar e tem novas funcionalidades que antes não estavam disponíveis, como o envio desses relatórios por e-mail.


Dentre os itens monitorados pelo Family Safety, estão os programas mais abertos (com o tempo em que ele ficou aberto), os sites acessados e até o histórico de busca no Google e demais sites similares. Além disso é possível também ativar a filtragem de sites adultos e a limitação de tempo online.


O Family Safety não é a primeira ferramenta do tipo que a Microsoft resolve embutir no Windows 8. Ao ser lançado o sistema virá com o Windows Defender instalado de fábrica, além de implementar o ASLR (método de gravação de memória aleatória e mais seguro) em mais programas.

Empresa japonesa cria espelho inteligente com sistema Android

A empresa japonesa Seraku apresentou durante o evento Smartphone and Mobile Expo, realizado no Japão, um protótipo de espelho inteligente com sistema operacional Android integrado. Com o nome de Smart Wash Basin, o gadget é composto por uma tela de LCD semi transparente e reflexiva, e possui uma base móvel na qual é possível encaixar um tablet que envia a interface Android ao espelho.


Espelho reproduz informações de tablet Android (Foto: Reprodução/The Verge)


Um detalhe importante do objeto é que ele dispensa a necessidade do usuário tocar o tempo todo na tela, uma vez que ele responde aos comandos através de sensores de proximidade. Assim, a tela ainda fica limpa a maior parte do tempo, sem marcas de dedo ou sujeira. O sistema também é capaz de identificar em situações específicas a temperatura ambiente e o fluxo de água de uma torneira, exibindo tais informações na tela espelhada.


A fabricante revela que ainda não possui uma versão comercial do produto, mas que quando ele for lançado, deve ser adotado por diversos segmentos comerciais, como lojas, salões de beleza, bares e restaurantes.

A Adobe e suas iniciativas para ajudar o desenvolvimento web.




Depois que o Steve Jobs fez o favor de nos livrar do Flash em seus dispositivos, parece que a Adobe acordou e resolveu entender o que realmente ele estava querendo dizer. Em vez de tentar devorar o mercado com uma tecnologia proprietária, por que não ajudar uma comunidade e os padrões que já existem no mercado?
O pessoal da Apple fez isso com o Webkit. Eles tomaram emprestado o motor de renderização criado pelo pessoal do KDE – com o motor chamado KHTML – e fuçaram, mexeram, arrumaram, criaram e devolveram o resultado para a comunidade como um dos melhores motores de renderização que já existiu, o Webkit.
Em vez de criarem um motor novo, eles resolveram começar de uma base que já estava bem feita, pronta e organizada por uma comunidade forte. O KHTML e o KJS (motor de Javascript do KDE) permitiam o desenvolvimento mais fácil que as outras tecnologias do mercado e detalhe, tinha apenas 140.000 linhas de código! Era limpo e principalmente tinha um bom suporte com os padrões web.

A Adobe Macromedia, sem dúvida, revolucionou a web com a criação do Flash. Eu fui um dos doidos eufóricos quando eles mostraram uma linha se transformando em um circulo. Chorei sangue quando aprendi a manipular a timeline e fiz minha primeira animação. Não estou dizendo que o Flash é um lixo. Estou dizendo que o Flash fez o seu papel. Todo mundo achou que a Apple desistiria da decisão, mas não foi o que aconteceu. Eles se mantiveram firmes e isso, felizmente, agitou o mercado. Ajudou na divulgação da importância dos Padrões Web e impulsionou muito o HTML5 e o CSS3, que até então apenas o W3C e a comunidade estavam incentivando a sua utilização.
Depois da atitude da Apple de barrar o Flash de seus aparelhos, o que a Adobe faria? Quando a Adobe percebeu que seu software não teria vez, ela foi obrigada a seguir outro caminho. Graças ao grande senhor das montanhas indígenas extraterrestres, eles tomaram o caminho correto. A Adobe tem tido algumas iniciativas para ajudar os desenvolvedores a criarem websites melhores. Se não pode com eles, junte-se a eles.
Para você entender o que eu quero dizer, a Adobe criou um http://html.adobe.com para divulgar suas iniciativas para com a comunidade de desenvolvedores. As ideias expostas no site são sensacionais e eu, particularmente, quero muito que tudo se torne verdade. Separe um tempo e visite esse site. Você não vai perder nada.
Eles tem um software interessante que te ajuda a testar a responsividade do seu layout em diversos aparelhos e tem algumas sugestões de novos padrões que poderão nos ajudar demais em desenvolvimentos específicos. Leia sobre o CSS Regions e o CSS Shaders. Tem também o PhoneGap.
Parabéns para Adobe.

(Via @tableless)

Você conhece Marc Andresseen?



Este é Marc Andreessen. Ele não é rico como Bill Gates, nem inspirador como Steve Jobs, nem mesmo tão conhecido quanto Mark Zuckerberg — mas isso não o torna menos importante. Porque, em seus vinte anos de carreira, Andreessen provavelmente fez mais do que qualquer pessoa para mudar a forma com que nos comunicamos online.

A Wired está publicando uma série de entrevistas para marcar seu 20º aniversário e a primeira é com Andreessen — o homem que inventou o primeiro navegador gráfico e apoiou empresas como Twitter, Instagram e Skype. É uma leitura muito legal.

O material gira em torno de cinco das ideias-chave de Andreessen: em 1992, que todo mundo estaria na web; em 1995, que o navegador se transformaria em sistema operacional; em 1999, que os negócios viveriam na nuvem; em 2004, que tudo se tornaria social; e em 2009, que o software fatalmente ganharia o mundo. Alguns desses pontos foram previsões incrivelmente acertadas. Para dar um gostinho, veja este exemplo de 1995:

“A tecnologia é como a água; ela quer encontrar seu nível. Então se você amarrar seu computador a um bilhão de outros computadores, simplesmente faz sentido que uma tremenda parcela dos recursos que você queira usar (não apenas texto ou mídia, mas poder de processamento também) esteja localizada remotamente. As pessoas tendem a pensar na web como uma forma de obter informações ou talvez como um lugar para montar um negócio, um e-commerce. Mas na real, a web é sobre acessar aplicações. Pense em cada website como uma aplicação e cada clique, cada interação com esse site, é uma oportunidade para estar com a última versão dessa aplicação. Quando você começa a pensar em termos de redes, não faz muito sentido preferir aplicações locais, com código baixável e instalável que precisa estar constantemente atualizado.”

O cara certamente sabe alguma coisa sobre prever o futuro da internet. Você pode ler a entrevista na íntegra (em inglês) clicando no link ao lado. [Wired]

(via @gizmodo)